Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia, etc.
Haviam aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas. Com o passar dos anos a “evolução” da educação passou a pregar outros conceitos e algumas dessas práticas foram retiradas.
O processo de universalização do estudo, necessário para o desenvolvimento do planeta, teve uma aceleração nas últimas décadas admirável em vistas quantitativas, porém de maneira inadequada qualitativamente. O elo com práticas essenciais à educação se perdeu e os métodos se voltaram para exercícios que se prendiam a preceitos básicos e que muitas vezes deixavam a desejar.
A continuidade da transformação da educação refletiu na forma de desenvolver o ensino
superior, pois num passado não tão distante, alcançar a universidade era sinônimo de
intelectualidade e de certeza de ingresso no mercado de trabalho pela porta da frente, todavia a universalização mal desenvolvida dos sistemas de ensino também destruiu esse conceito.
Outrora os adolescentes recém saídos do ensino médio chegavam à universidade com algum preparo para o que viria pela frente, hoje é absolutamente normal ver professores ministrando conteúdos do mesmo ensino médio para que haja um reforço e somente em seguida o aluno possa evoluir dentro do novo estágio de estudos. Não é estranho ver pessoas entrando na faculdade almejando somente o crescimento pessoal e financeiro, quando o grande barato está em participar da construção do conhecimento, infinito por natureza.
Então, aos que estarão ingressando no ensino superior, vejam nele não uma oportunidade de engrandecer-se ou de ficar rico, mas também como uma janela aberta para a ampliação dos seus conhecimentos e de contribuição para a modificação da sociedade.
FRANCO RAONY ALVES FURTADO
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
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ResponderExcluirQuando olhamos para o mercado de trabalho percebemos que o proficional, seja ele qual for, não deverá está naquele ambiente se não tiver uma boa base de tudo aquilo que foi visto na sua carreira como estudante (a menos que o indivíduo seja muito esforçado e consiga sozinho!). De certa forma o profissional é exigido, pois em qualquer área em que se exerça um papel, este deve ser cumprido de forma bem sucedida, por isso é importante que as pessoas entrem numa faculdade, ou numa universidade, estando ciente do que deve fazer ao está naquela(s) : adquirir conhecimentos. Enrricar, farrar, viajar, dentre várias outras coisas, somente fazem parte desse processo.
ResponderExcluirEstas últimas são encaradas como principal fim daqueles que não pensam no esforço como algo que irá ajudar nas vidas dos mesmos. Pode-se ter uma breve idéia de como seria a vida sem necessidade de esforços, simplesmente desvalorizada (não há uma pregação moral nesse trecho), pois não valorizamos algo que conseguimos sem esforços!(de um modo geral).
Portanto há muito de se concordar com Franco Raony Alves Furtado; pensamentos como esse tem que está presente na cabeça dos universitários.
Obrigado pela leitura e pela resposta. Um forte abraço.
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