Meus alunos sempre me perguntam por que sou tão apaixonado pela HISTÓRIA DO CEARÁ? E sempre respondo que nós temos uma história bem peculiar, desde antes do descobrimento com a presença de VICENTE PIZON, passando pela REVOLTA de FIDIÉ, até a política contemporânea.
Assim, venho tratar de um momento mágico no desenvolvimento cultural e urbano de FORTALEZA no fim do século XIX, a Belle Époque, que o nome é meio afrancesado, mas que terá logo um SOTAQUE CEARÊS.
Já lembro do movimento abolicionista iniciado no Ceará, sendo o primeiro local a libertar os cativos, lógico que nossa economia não dependia da mão-de-obra escreva, nem por isso, iremos tirar os méritos das lutas, dos diálogos, da negação do DRAGÃO DO MAR de traficar escravos.
Período da PADARIA ESPIRITUAL, base para a cultura modernista, originalidade cearense, criação do PÃO, ACADEMIA CEARENSE, anterior a Brasileira; o inteligível toma de conta dos cafés da Capital; crítica a mesmice, a busca pelo novo, o desejo de romper com o Europeu.
Logo, vemos o trabalho de mapeamento e reorganização do espaço fortalezense; ativação de novos meios de transportes; padronização das ruas; Criação de lugares para lazer do público, etc.
Não tem como não se apaixonar por tudo isso. MEU CEARÁ, único, autêntico, vibrante, "terra do amor, do sol, da luz... Se aprova vão heróis e marinheiros"
sábado, 27 de março de 2010
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